quarta-feira, 15 de novembro de 2017

20 dias, 20 passatempos - Dia 3



20 DIAS, 20 PASSATEMPOS!


DIA 3
A iniciativa mais famosa do Ler y Criticar está de volta, e agora em parceria com o blog Tek Test. Vão ser 20 dias seguidos, sempre com um passatempo novo a cada dia, onde iremos oferecer livros, videojogos e filmes!

Os passatempos serão curtos para que todos os vencedores possam receber os prémios ainda antes do natal!



Regras dos passatempos:

Apenas é permitida uma participação por pessoa para cada um dos 20 passatempos. Se uma pessoa participar mais do que uma vez num passatempo, apenas a primeira participação será validada.

A cada participação deverá ser indicado o número do Dia do passatempo (não o dia no nosso calendário, mas o dia acima indicado). O primeiro passatempo será o Dia 1, e "por aí fora".

Para participarem terão de ser fãs dos dois blogs: Ler y Criticar e Tek Test (cliquem nos nomes para acederem ao blog).

Cada participante deverá indicar um e-mail válido. Será contactado pelo e-mail caso seja o vencedor.

Sempre que um participante partilhar o post do passatempo no Facebook (pode ser a partir da página do Ler y Criticar ou do Tek Test), terá direito a uma participação extra nesse passatempo.

A todos os participantes, boa sorte!

E não se esqueçam que se partilharem, terão o dobro de hipóteses de ganhar!


Passatempo Dia 3 - termina dia 30 de novembro de 2017

Fifa 18 - versão PS4

&

José Rodrigues dos Santos

Sinal de Vida

terça-feira, 14 de novembro de 2017

20 dias, 20 passatempos - Dia 2


20 DIAS, 20 PASSATEMPOS!


DIA 2

A iniciativa mais famosa do Ler y Criticar está de volta, e agora em parceria com o blog Tek Test. Vão ser 20 dias seguidos, sempre com um passatempo novo a cada dia, onde iremos oferecer livros, videojogos e filmes!

Os passatempos serão curtos para que todos os vencedores possam receber os prémios ainda antes do natal!



Regras dos passatempos:

Apenas é permitida uma participação por pessoa para cada um dos 20 passatempos. Se uma pessoa participar mais do que uma vez num passatempo, apenas a primeira participação será validada.

A cada participação deverá ser indicado o número do Dia do passatempo (não o dia no nosso calendário, mas o dia acima indicado). O primeiro passatempo será o Dia 1, e "por aí fora".

Para participarem terão de ser fãs dos dois blogs: Ler y Criticar e Tek Test (cliquem nos nomes para acederem ao blog).

Cada participante deverá indicar um e-mail válido. Será contactado pelo e-mail caso seja o vencedor.

Sempre que um participante partilhar o post do passatempo no Facebook (pode ser a partir da página do Ler y Criticar ou do Tek Test), terá direito a uma participação extra nesse passatempo.

A todos os participantes, boa sorte!

E não se esqueçam que se partilharem, terão o dobro de hipóteses de ganhar!


Passatempo Dia 2 - termina dia 29 de novembro de 2017

Steven Erikson

Os portões da casa dos mortos



segunda-feira, 13 de novembro de 2017

20 dias, 20 passatempos - Dia 1


20 DIAS, 20 PASSATEMPOS!


DIA 1

A iniciativa mais famosa do Ler y Criticar está de volta, e agora em parceria com o blog Tek Test. Vão ser 20 dias seguidos, sempre com um passatempo novo a cada dia, onde iremos oferecer livros, videojogos e filmes!

Os passatempos serão curtos para que todos os vencedores possam receber os prémios ainda antes do natal!



Regras dos passatempos:

Apenas é permitida uma participação por pessoa para cada um dos 20 passatempos. Se uma pessoa participar mais do que uma vez num passatempo, apenas a primeira participação será validada.

A cada participação deverá ser indicado o número do Dia do passatempo (não o dia no nosso calendário, mas o dia acima indicado). O primeiro passatempo será o Dia 1, e "por aí fora".

Para participarem terão de ser fãs dos dois blogs: Ler y Criticar e Tek Test (cliquem nos nomes para acederem ao blog).

Cada participante deverá indicar um e-mail válido. Será contactado pelo e-mail caso seja o vencedor.

Sempre que um participante partilhar o post do passatempo no Facebook (pode ser a partir da página do Ler y Criticar ou do Tek Test), terá direito a uma participação extra nesse passatempo.

A todos os participantes, boa sorte!

E não se esqueçam que se partilharem, terão o dobro de hipóteses de ganhar!


Passatempo Dia 1 - termina dia 28 de novembro de 2017

Jaime Oliver

5 ingredientes


segunda-feira, 6 de novembro de 2017

CALL OF DUTY: WWII - Análise

Editora: Activision

Consola:
  • PlayStation 4 Pro
  • Razer Raiju Controller
  • Razer Leviathan Sound System

PC:
  • Keyboard Razer Epic Chroma
  • Mouse Razer Naga Epic Chroma
  • Monitor AOC U3277PWQU

Mobile:
  • LAIQ Glow


Aqui está a análise em vídeo!




Call of Duty regressa à Segunda Guerra Mundial, o conflito com o qual esta série se tornou famosa. Será o regresso que os fãs pediam?




Ao fim de sete ou oito horas na campanha principal, uma coisa é certa, este é um jogo sobre a amizade entre os sodados. A forma como confiamos a nossa vida nos companheiros e a responsabilidade que temos perante as vidas deles. Tal nota-se durante todo o enredo, mas também durante as missões com os nossos companheiros a ajudarem-nos com recursos, desde packs de vida, granadas ou balas. É um jogo de equipa e merece ser visto dessa forma. Merece ser jogado no nível mais alto onde sentimos que nada pode falhar. Que eles eles dependem de nós e nós dependemos dele. Claro que no geral a história do jogo é já bem batida, mas nenhum jogo a ofereceu com a intensidade desta campanha. É verdade que é curta, dura umas sete a nove horas, mas a intensidade e o design das missões está muito bem conseguido. O conjunto de personagens é dos melhores que CoD teve nos últimos anos e o enredo tem muito a ganhar com isso.
Em termos gráficos é um jogo intenso, sem as brutais texturas de outros colossos, mas com a intensidade que poucos conseguem ter. Os movimentos de alguns personagens estão um pouco mecanizadas durante o gameplay, mas as cut-scenes estão muito boas e tudo força a intensidade, principalmente o design dos cenários e os muitos detalhes que estamos sempre a encontrar.
O grande trunfo do jogo está nos efeitos sonoros, mesmo muito bons. Tiros, gritos, explosões, tudo está muito bom e ajuda a criar um ambiente fantástico!
Para além do modo Campanha, CoD volta a ter o multiplayer e o modo Zombies. No modo Zombies temos mais estratégia. É preciso conhecer melhor os cenários e também os tipos de zombies que iremos enfrentar. Torna-se num jogo mais pensado e menos baseado na simples necessidade de se dar tiros certeiros. O modo Zombie é bastante gratificante em termos de prémios, sendo viciante voltar a repetir as missões para se ganhar novos prémios para mais tarde usarmos. Aliás, estes prémios que ganhamos, se forem usados nos momentos certos, tornam o jogo muito melhor, dando-nos vantagens significativas.
No multiplayer CoD está melhor do que em anos anteriores. Mais agressivo, mais inteligente e pedindo um maior estudo dos cenários, quer seja nos combates em espaços muito amplos, ou noutros muito pequenos. É interessante ver como é agradável regressar a esta era, com menos tecnologia e dependendo menos de armas e armaduras. Os bónus são constantes e tornam o jogo dinâmico, com as classes a serem mais diferentes do que o normal e com uma boa estratégia no design para que as missões de invasão ou defesa sejam distintas.
Claro que os modos multiplayer não estão muito diferentes do normal, mas estão dinâmicos e ganham bastante com o quartel general em que podemos treinar, fazer combates um contra um e ver outros jogadores a treinar.
Globalmente este é um dos melhores CoD dos últimos anos. Regressar à Segunda Guerra faz a diferença e tanto o multiplayer como o modo Zombies está melhor do que antes. Intenso e frenético, liguem as vossas colunas de som e preparem-se para uma experiência sempre em grande.


Jogabilidade - 87

Gráficos - 86

Som - 93

Enredo - 80

NOTA FINAL - 85

Luís Pinto


sexta-feira, 3 de novembro de 2017

ASSASSIN'S CREED ORIGINS - Análise

Editora: Polyphony Digital

Consola:
  • PlayStation 4 Pro
  • Razer Raiju Controller
  • Razer Leviathan Sound System

PC:
  • Keyboard Razer Epic Chroma
  • Mouse Razer Naga Epic Chroma
  • Monitor AOC U3277PWQU

Mobile:
  • LAIQ Glow



Assassin’s Creed está de volta, agora com Origins, para nos mostrar como tudo começou. Valerá a pena visitar o Antigo Egipto?

Aqui está a análise em Vídeo!





Em termos gráficos, Origins é o melhor Assassin’s até hoje, tal como se pedia. Rapidamente percebemos como o detalhe no design de cada cidade está  a um nível altíssimo. Existe uma atenção ao detalhe que torna este no melhor da série, com muitos cenários cheios de vida e alterações climatéricas interessantes. Em termos de texturas, o jogo comporta-se muito bem. Testei-o numa PS4 Pro e existem poucas quebras, principalmente depois da atualização lançada. Existem alguns bugs gráficos, como uma ou outra personagem a trespassar algo, mas que é compreensível neste género de mundos. Os efeitos de luz e sombras estão bem conseguidos e as cuts-scenes funcionam bem, sendo, globalmente, um jogo com um bom nível gráfico e que nos vezes nos espanta com a sensação de imensidão. Escalem uma pirâmide e perceberão do que falo.





Em termos sonoros é um jogo competente, com um bom trabalho de vozes e uma banda sonora que ajuda ao ambiente e que se ajusta muito bem ao que vai acontecendo.
Na história, Origins é bastante cativante e apresenta alguns momentos marcantes, mesmo não conseguindo ter o mesmo impacto que outros jogos da série tiveram, mas sendo, provavelmente, o melhor enredo da série nos últimos anos, com muita intriga e algumas reviravoltas interessantes. Origins é um jogo que se foca bastante nas questões raciais, na escravidão e nas forças que surgem em sociedades com tanta diferença de riqueza ou oportunidades. E é nessa base que o enredo se desenvolve, levando-nos a criar uma ligações emocional com algumas personagens, principalmente em alguns momentos mais emotivos e onde o enredo se torna mais adulto.



Na jogabilidade temos uma boa evolução em relação aos jogos anteriores. No entanto apresenta algumas falhas. Origins é muito mais RPG do que jogos anteriores da série, limitando-nos o avanço em alguns momentos porque certas missões são apenas aconselhadas para um nível de experiência que por vezes é quase impossível ter quando se tornam disponíveis.
O sistema de combate recebeu algumas alterações que melhoram o combate um a um, principalmente o stealth, mas que torna mais complexo quando lutamos contra vários, o que até, em certo ponto, torna o jogo mais realista, porque  a confusão é grande em alguns momentos e acabamos mortos. O jogo tem ainda muito para colecionar, não só artefactos mas também armas e armaduras, mesmo tendo em conta que a maioria pouco traz de novo ao jogo. Pelo meio algumas micro transações que facilitam o jogo, mas não senti necessidade de as fazer.
Assassin’s Creed Origins é um jogo que me agradou bastante pelo ambiente que tem. Os cenários são fantásticos, diversificados e bem construídos. As batalhas navais estão boas, as viagens pelo deserto são fantásticas, e nada se compara a visitar uma pirâmide e explorar os seus segredos.
Se são fãs da série ou se adoram o antigo Egipto, então este é um jogo a ter, mesmo com todos os seus defeitos.


Jogabilidade - 84
Gráficos - 88
Som - 87
Enredo - 81
NOTA FINAL - 84



Luís Pinto