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LIBERDADE DE JOGO
COM A NOVA LINHA DE RATOS BASILISK SEM FIOS DA RAZER
Razer anunciou o lançamento dos ratos gaming Razer Basilisk
Ultimate e Razer Basilisk X HyperSpeed. Ambos fazem parte da família de ratos
sem fios da Razer e oferecem a melhor tecnologia sem fios disponível atualmente
através da Razer HyperSpeed.
Desempenho sem fios mais rápido e mais estável
Ambos os ratos
utilizam a Razer HyperSpeed, uma tecnologia sem fios 25% mais rápida do que
qualquer outra tecnologia sem fios para gaming. Esta tecnologia foi testada e
comprovada pelos melhores atletas de esports, alcançando sucesso nas arenas de
jogo mais intensas e implacáveis.
Com a menor
latência de cliques entre todas as tecnologias para ratos sem fio, a Razer HyperSpeed é capaz de atingir a mais elevada velocidade de transmissão para
registar movimentos e cliques instantaneamente. A melhorada Frequência
Adaptativa da Razer HyperSpeed proporciona uma ligação sem fios
completamente livre de latência, rastreando constantemente canais de várias
frequências à procura de qualquer interferência e alternando perfeitamente
entre esses canais em tempo real.
RAZER BASILISK ULTIMATE
O Razer Basilisk
Ultimate está equipado com o mesmo sensor ótico Focus+ 20K DPI encontrado no
Razer Viper Ultimate. Além de ter as mais altas especificações de sensores
atualmente disponíveis, apresenta ainda as novas funções inteligentes como
Rastreamento Inteligente, Corte Assimétrico e Motion Sync para maior precisão
na leitura de movimentos.
Switches Óticos para mais velocidade e confiança
O
Razer Basilisk Ultimate está equipado com Switches Razer Óticos para Rato.
Estes switches não precisam de contacto físico para enviar sinais elétricos
para o PC, eliminando a necessidade de atraso por retorno e diminuindo para
zero os efeitos de corrosão. Ultrarrápidos e duradouros, estes switches
suportam as rigorosas competições ao mais alto nível, oferecendo a velocidade e
a precisão que os jogadores desse nível exigem.
O Razer Basilisk
Ultimate também permite gravar até cinco perfis na memória interna, para que os
utilizadores tenham acesso instantâneo às suas definições pessoais onde quer
que se encontrem. Com a melhorada eficiência energética da tecnologia sem fios
utilizada, o rato é capaz de manter o máximo de desempenho durante até 100 horas
consecutivas. Semelhante ao que acontece na linha Razer Viper, o Razer Basilisk
Ultimate é melhorado através da utilização de bases de rato mais suaves em PTFE
para ajudar os utilizadores a executar movimentos rápidos. O rato é enviado em
conjunto com a Base Razer para Rato, capaz de indicar o estado atual da bateria
ou o nível de recarga. Os gamers também podem utilizar o rato em modo com fios
com o cabo Razer Speedflex incluído. Para tal, basta conectá-lo à porta USB-A
da Base e apreciar controlo total e mínimo arrastamento.
Luz e controlo personalizados
O ergonómico
Razer Basilisk Ultimate oferece 11 botões programáveis, incluindo o aclamado
botão multifunções para controlo superior através do qual os utilizadores podem
alternar entre funções do jogo e definições de forma rápida e fácil. Equipado
com 14 zonas de iluminação Razer Chroma RGB, cada LED pode ser programado
individualmente no Chroma Studio, iluminando de forma perfeita todos os jogos.
Para personalização até do toque, os utilizadores podem ajustar a resistência
da roda de scroll de acordo com as suas preferências utilizando um botão que se
encontra debaixo do rato.
SOBRE O RAZER
BASILISK ULTIMATE
·Sensor ótico Focus+ com 20,000 reais e 99,6% de precisão de resolução
·Aceleração de
até 650 polegadas por segundo (IPS) / 50 G
·Personalização
avançadas das distância de levantamento/rastreio
·Tecnologia sem
fios HyperSpeed
·Onze botões
programáveis de forma independente
·Botão
multifunções substituível
·Switches Razer™ Óticos
para Rato classificados para 70 M de cliques
·Design
Ergonómico para destros e laterais com textura
·Roda de scroll
tátil de nível gaming com resistência totalmente personalizável
·Ajuste de
sensibilidade em tempo real (Predefinição: 800/1800/4000/9000/20000)
·Armazenamento
híbrido integrado e na nuvem (4+1 perfis)
·Compatível com
Razer Synapse 3
·14 zonas com
iluminação Razer Chroma™ RGB com 16.8 milhões de opções de cor personalizáveis
·Sincronização
de cor entre dispositivos
·Modos de
utilização sem fios e com fios
·Adaptador 2.4
GHz
·Cabo Speedflex
com 1.8 m / 6 ft para carregamento e utilização com fios
·Compatível com carregamento
na Base Razer para Rato
·Autonomia: Aproximadamente
100 horas (sem iluminação)(Autonomia depende das definições de utilização)
·Dimensões
aproximadas: 130 mm / 5.11 in (Comprimento) x 75 mm / 2.75 in (Largura) x 42 mm
/ 1.65 in (Altura)
·Peso aproximado:
107 g / 3.77 oz (Sem cabo)
·Compatível com Xbox
One para funções básicas de rato
PREÇO & DISPONIBILIDADE
Razer Basilisk
Ultimate & Base Razer para Rato: €189.99
Razer Basilisk Ultimate: €169.99
Base Razer para Rato: €59.99
RAZER BASILISK X HYPERSPEED
O Razer Basilisk
X HyperSpeed oferece precisão letal sem limites, representando o melhor
custo-benefício através de características premium e desempenho sem
compromissos. O rato está equipado com a tecnologia sem fios Razer ™ HyperSpeed
para proporcionar o melhor desempenho sem fios e também com o mesmo sensor
ótico 5G de 16.000 DPI encontrado no aclamado Razer DeathAdder Elite.
O Basilisk X
HyperSpeed dispõe de modo duplo de ligação com a tecnologia sem fios Razer™
HyperSpeed e também com Bluetooth. Os utilizadores podem mudar para o modo
Bluetooth para aumentar a autonomia até 450 horas - a mais elevada entre qualquer
rato gaming sem fios no mercado. Combinado com 6 botões programáveis e
armazenamento DPI integrado, os utilizadores podem levar as suas definições
favoritas para qualquer lugar sem a necessidade de software. O Razer Basilisk X
HyperSpeed também inclui switches Razer™ Mecânicos para Rato com uma
durabilidade de até 50 milhões de cliques.
Este ano estarei presente no Lisboa Games Week, o grande evento de videojogos de Portugal.
Em parceria com a organização do Lisboa Games Week, vou oferecer no meu canal Tek Test:
- 2 bilhetes duplos para os fãs do meu Instagram - 2 bilhetes duplos para os subscritores do Youtube!
Aproveito desde já para agradecer à Lisboa Games Week que tornou possíveis estes passatempos!
Aproveito também para agradecer a todos os que seguem os meus blogs/canal, que os ajudam a crescer e que participam para que esta iniciativa seja um sucesso todos os anos!
Este ano estarei presente no Lisboa Games Week, o grande evento de videojogos de Portugal.
Em parceria com a organização do Lisboa Games Week, vou oferecer no meu canal Tek Test dois bilhetes duplos!
Aproveito desde já para agradecer a todos os que tornaram possíveis estes passatempos!
Aproveito também para agradecer a todos os que seguem os meus blogs/canal, que os ajudam a crescer e que participam para que esta iniciativa seja um sucesso todos os anos!
Grid está de volta com o seu estilo onde mistura arcade e simulação. Mas será que consegue ter espaço num género de jogo onde existem grandes colossos?
Em primeiro lugar é preciso saber que GRID tem vários níveis de assistentes ao controlo do carros, mas não é por teremos mais ou menos ajuda que o jogo se torna mais ou menos arcade. Portanto, preparem-se para muita velocidade, derrapagens e choques com os adversários. Pelo meio, podem sempre voltar uns segundos atrás na corrida para refazerem alguma coisa que não estava a correr bem.
GRID apresenta uma boa variedade de carros, em vários géneros diferentes, com alguns carros que raramente vemos em jogos de corridas, mas que acabam por ser divertidos de conduzir. A variedade das pistas também é interessante, apesar de existirem poucas. As localizações vão desde desertos, passando por cidades, pistas de competição e muitas outras.
Graficamente é um bom jogo, principalmente nos efeitos climatéricos que são brutais nos computadores e consolas mais potentes. A chuva nos vidros está muito boa, a água nas pistas também e gostei dos efeitos de luz e sombras, principalmente quando estamos perto do por do sol, com a luz a encadear os nossos olhos. Ainda na parte gráfica, palmas para p ambiente nas pistas, principalmente as de cidade onde o público está em grande, animado, não estático e a reagir ao que fazemos na pista.
Os modos de jogo não trazem nada de novo, com uma lista de eventos para irmos avançando com géneros diferentes de carros e com a dificuldade a subir. Não é nada de novo, mas acabamos por esquecer essa parte porque a experiência é boa dentro das corridas, com a inteligência artificial a ser agressiva, apesar de por vezes pouco inteligente, mas capaz de criar um bom desafio na maioria das provas se a dificuldade estiver alta.
Ainda dentro de pista, se fizermos algo antidesportivo para com um adversário, ele torna-se nosso nemesis, o que é algo bastante interessante, porque depois ele terá o seu foco em nós, em ficar à nossa frente, ou a tirar-nos da prova, tornando-o mais agressivo, arriscando mais. Ainda mais divertido é quando tornamos o nosso companheiro de equipa num nemesis, porque numa corrida normal podemos trocar estratégias e dar-lhe algumas ordens, mas se for um nemesis, nem responde.
Grid é um jogo divertido, com boa jogabilidade arcade, excelentes efeitos climatéricos e muita diversão. Infelizmente não consegue trazer muita coisa nova, não existe aqui nenhuma surpresa ou revolução, e por isso não consegue ficar ao nível dos grandes colossos do género automóvel. Mas uma coisa é certa, este jogo é viciante, divertido e será um dos grandes jogos do ano para quem goste de condução arcade.
Concrete Genie tem uma base bastante simples: peguem nos pinceis e pintem as paredes que encontrarem pela frente, completem os desafios e avancem. Parece simples e é, sem nunca ser aborrecido num jogo que demora entre 6 a 8 horas para ser terminado. Mas na realidade é muito mais do que isso, e tal nota-se pelo facto de ficarmos a desenhar durante muito mais tempo do que aquele que é preciso para completarmos um desafio. O fixe deste jogo é vermos até onde vai a nossa criatividade, quase sem pensarmos no que temos de fazer para avançar. Avançar é apenas a consequência de libertarmos a nossa criatividade num jogo que nos dá exactamente isso, criatividade artística, algo que sinceramente, não tenho muito.
Vamos lá olhar para a historia. O nosso personagem principal é um rapaz que sobre de bullying e que tem um pincel mágico com o qual dá vida a um dos seus desenhos, um pequeno monstro que rapidamente começamos a gostar. É uma narrativa simples, com alguns clichés principalmente nas personagens secundárias, mas que aos pouco se torna mais complexa e madura, não só pelas notícias que vamos encontrando e que aprofundam a história, mas também pelas mensagens aqui deixadas e que servem tanto para miúdos como adultos.
Agora, olhando para a jogabilidade até que ponto uma pessoa como eu, sem qualquer capacidade para desenhar, pode apreciar este jogo? Bem, porque é mesmo muito fácil. Em primeiro lugar é preciso perceber que enquanto vamos coleccionando esboços feitos pelo nosso personagem e que estão espalhados pela cidade, vamos ganhando novas opções para desenhar. Depois é só escolher, indicar o local onde queremos desenhar e já está. O resultado é excelente, até pela forma como o jogo junta os nossos desenhos de forma a ficar tudo bonito e com sentido. Para isto, muito se usa o painel de touch do comando da PS4. Na verdade, acho que é a primeira vez que ele faz mesmo sentido de existir, o que diz muito deste jogo, que consegue algo que muito poucos conseguiram.
Depois é ir pintando e avançando, sem que o jogo avalie o que pintamos. É indiferente o que pintamos, o que desenhamos, desde que esteja pintado. Quando mais pintarmos, mais áreas da cidade vamos abrir. A liberdade é total para colorirmos cada parede como quisermos. Simples, rápido e como já disse, viciante, porque mesmo depois de estar completo, eu ficava a pintar um pouco mais, a deixar mais detalhes como se fosse um viciado naquilo ou se achasse que mais alguém poderia ver o que estive a fazer. Claro que depois é só usar o modo de fotografia e partilhar com outros jogadores.
Em alguns desafios teremos de criar mais monstros, ou mais génios que é como eles se chamam. E mesmo que não precisem, podem criá-los a verem como o jogo os anima com movimentos espetaculares. Eles são a nossa companhia e faz todo o sentido estarem ao nosso lado, como se fosse os amigos imaginários do rapaz Ash que controlamos.
Depois, quando não se esperava tal coisa, o jogo transforma-se e começamos a ter algumas lutas pelo meio, o que me agradou, principalmente pela coragem que é mudar o foco principal de um jogo durante algum tempo. É verdade que as lutas nunca estão ao nível da construção artística que o oferece durante a maioria do tempo e a jogabilidade não é tão boa, mas gostei bastante de ver que o jogo também estava a evoluir para algo mais.
Mas o foco será sempre a pintura, e é incrível como fiquei mais tempo do que o necessário para avançar. O meu foco não era avançar, era melhorar o que estava a fazer. O jogo é simples e fácil, e alguns poderão não gostar de tão pouca dificuldade, mas é porque a grande dificuldade não vem do jogo, vem de nós, de fazermos sempre algo melhor, mais bonito, com mais significado. Todos os outros aspetos não são assim tão importantes. A banda sonora é boa, o trabalho de vozes é normal, mas o design e os visuais são cheios de luz e cores, principalmente na PS4 Pro.
Resumidamente, não é um jogo para todos, não irá agradar a todos, talvez seja um jogo de extremos, adorado por uns e que levará outros a fugir, mas uma coisa é certa, é um jogo diferente, original e que é uma das grandes surpresas do ano pela forma como nos agarra de forma tão fácil para fazer algo que parece tão simples mas também tão complexo.
A outra margem do mar (livro de António Lobo Antunes)
Outubro chegou e esta semana teremos 5 passatempos: serão 3 jogos PS4 e 2 livros, tudo produtos recentes, por isso fiquem atentos!
Os passatempos estarão ativos nos meus dois blogs, Ler y Criticar e Tek Test.
Aproveito desde já para agradecer a todos os que tornaram possíveis estes passatempos!
Aproveito também para agradecer a todos os que seguem os meus blogs/canal, que os ajudam a crescer e que participam para que esta iniciativa seja um sucesso todos os anos!
Outubro chegou e esta semana teremos 5 passatempos: serão 3 jogos PS4 e 2 livros, tudo produtos recentes, por isso fiquem atentos!
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Outubro chegou e esta semana teremos 5 passatempos: serão 3 jogos PS4 e 2 livros, tudo produtos recentes, por isso fiquem atentos!
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S.D.S. - Sexo, Drogas e Selfies (livro de Francisco Salgueiro)
Outubro chegou e esta semana teremos 5 passatempos: serão 3 jogos PS4 e 2 livros, tudo produtos recentes, por isso fiquem atentos!
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Aproveito também para agradecer a todos os que seguem os meus blogs/canal, que os ajudam a crescer e que participam para que esta iniciativa seja um sucesso todos os anos!
Outubro chegou e esta semana teremos 5 passatempos: serão 3 jogos PS4 e 2 livros, tudo produtos recentes, por isso fiquem atentos!
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Aproveito também para agradecer a todos os que seguem os meus blogs/canal, que os ajudam a crescer e que participam para que esta iniciativa seja um sucesso todos os anos!
O Razer Viper apresenta-se no mercado com o objetivo de ser o melhor rato da Razer, talvez o melhor rato eSports do mercado. Vamos lá ver se consegue.
Com um preço a rondar os 90 euros, este Razer Viper pode ser considerado caro, talvez uns 10 ou 20 euros mais caro do que a concorrência de topo, mas os seus trunfos são fáceis de se identificar.
em primeiro lugar temos um rato verdadeiramente ambidextro, algo que a Razer por vezes faz, mas que nem todas as marcas fazem. Quando digo que é um verdadeiro ambidextro, é porque não preciso de mudar botões de um lado para o outro, e tudo é simétrico.
Ao contrario da grande maioria dos ratos gaming, este é um rato simples, leve, sem exageros, sem funcionalidades e botões que aumentam o peso e tamanho do rato. Este aspeto, obviamente também o pode tornar mais caro, mas também é verdade que aqui temos muito menos do que noutros ratos cheios de botões. A questão é ver o que realmente precisamos.
Sendo um rato totalmente focado em esports, pensado para profissionais ou para quem quer aumentar a sua performance, alguns aspetos normais em gaming não estão aqui presentes. Nao esperem um rato bonito que faça grande ambiente de luz, com design futurista. Nada disso. O Razer Viper é um rato mais pequeno do que o normal, apesar de não o suficiente para ser um problema para quem tenha mãos grandes, mas é capaz de ajudar bastante pessoas com mãos pequenas, principalmente crianças.
Com dois botões principais opto-mechanical switches da Razer, o viper tem ainda dois botões laterais posicionados no mesmo sítio, para tornar o rato ambidextro. No meio temos o scroll, um pouco lento para o meu gosto, com boa borracha, mas sem nenhuma funcionalidade extra, o que não agradará a todos.
O controlador de DPIs está no fim do rato, sendo quase impossível ser tocado sem querer durante um jogo, algo muito apreciado por jogadores profissionais onde um erro desses poderia ser fatal.
A textura aborrachada é fantástica, o rato não foge minimamente, e apesar de todo ele ser em plástico, não o torna mais frágil, algo que me surpreendeu. Em termos de luzes, é um rato tão simples que nem parece gaming. Se passarem por ele numa loja, não vão olhar com grande entusiasmo se gostarem de luz e cores. Este tem apenas uma luz no logo da Razer, sendo que, como sempre, podem alterar a intensidade e cores como quiserem com o software da Razer.
Olhando agora para a performance, com um sensor de 16000 dpi, temos claramente um rato bastante sensível, e que para um uso normal não precisa de tanta sensibilidade. Mas, uma vez mais, focado nos esports, se quiserem accuracy de topo, ele oferece, principalmente para shooters.
Como os botões são acionados por laser, tudo é mais rápido. Num botão normal, existe um software presente em todos os ratos que impede um novo clique extremamente rápido porque pode ser apenas o botão a baloiçar. Aqui estamos a fazer de um rato para profissionais. Não existe este pequeno delay, o que torna cada clique brutalmente rápido.
Globalmente este é um rato de topo. Talvez o melhor rato de sempre para eSports, principalmente para shooters. Claro que a tecnologia está sempre a avançar, e a Razer ou a Logitech vão continuar a melhorar, mas para já nada bate isto se o que procuram é performance e conforto.