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O Razer Viper apresenta-se no mercado com o objetivo de ser o melhor rato da Razer, talvez o melhor rato eSports do mercado. Vamos lá ver se consegue.
Com um preço a rondar os 90 euros, este Razer Viper pode ser considerado caro, talvez uns 10 ou 20 euros mais caro do que a concorrência de topo, mas os seus trunfos são fáceis de se identificar.
em primeiro lugar temos um rato verdadeiramente ambidextro, algo que a Razer por vezes faz, mas que nem todas as marcas fazem. Quando digo que é um verdadeiro ambidextro, é porque não preciso de mudar botões de um lado para o outro, e tudo é simétrico.
Ao contrario da grande maioria dos ratos gaming, este é um rato simples, leve, sem exageros, sem funcionalidades e botões que aumentam o peso e tamanho do rato. Este aspeto, obviamente também o pode tornar mais caro, mas também é verdade que aqui temos muito menos do que noutros ratos cheios de botões. A questão é ver o que realmente precisamos.
Sendo um rato totalmente focado em esports, pensado para profissionais ou para quem quer aumentar a sua performance, alguns aspetos normais em gaming não estão aqui presentes. Nao esperem um rato bonito que faça grande ambiente de luz, com design futurista. Nada disso. O Razer Viper é um rato mais pequeno do que o normal, apesar de não o suficiente para ser um problema para quem tenha mãos grandes, mas é capaz de ajudar bastante pessoas com mãos pequenas, principalmente crianças.
Com dois botões principais opto-mechanical switches da Razer, o viper tem ainda dois botões laterais posicionados no mesmo sítio, para tornar o rato ambidextro. No meio temos o scroll, um pouco lento para o meu gosto, com boa borracha, mas sem nenhuma funcionalidade extra, o que não agradará a todos.
O controlador de DPIs está no fim do rato, sendo quase impossível ser tocado sem querer durante um jogo, algo muito apreciado por jogadores profissionais onde um erro desses poderia ser fatal.
A textura aborrachada é fantástica, o rato não foge minimamente, e apesar de todo ele ser em plástico, não o torna mais frágil, algo que me surpreendeu. Em termos de luzes, é um rato tão simples que nem parece gaming. Se passarem por ele numa loja, não vão olhar com grande entusiasmo se gostarem de luz e cores. Este tem apenas uma luz no logo da Razer, sendo que, como sempre, podem alterar a intensidade e cores como quiserem com o software da Razer.
Olhando agora para a performance, com um sensor de 16000 dpi, temos claramente um rato bastante sensível, e que para um uso normal não precisa de tanta sensibilidade. Mas, uma vez mais, focado nos esports, se quiserem accuracy de topo, ele oferece, principalmente para shooters.
Como os botões são acionados por laser, tudo é mais rápido. Num botão normal, existe um software presente em todos os ratos que impede um novo clique extremamente rápido porque pode ser apenas o botão a baloiçar. Aqui estamos a fazer de um rato para profissionais. Não existe este pequeno delay, o que torna cada clique brutalmente rápido.
Globalmente este é um rato de topo. Talvez o melhor rato de sempre para eSports, principalmente para shooters. Claro que a tecnologia está sempre a avançar, e a Razer ou a Logitech vão continuar a melhorar, mas para já nada bate isto se o que procuram é performance e conforto.
Numa luta constante contra a Corsair e a Logitech, a Razer volta a lançar o seu Blackwidow, agora na versão Elite, e promete ser o seu melhor teclado até hoje.
Para tentar ganhar a corrida, a Razer adiciona teclas media ao seu teclado mais famoso, e para quem gostar, esta adição é excelente. Mal retiramos este teclado da caixa, percebemos que o design continua excelente e vem acompanhado por um excelente repouso para os pulsos, algo que a Razer já tinha adicionado a outros produtos e que aqui era obrigatório para este preço e para este teclado se tornar na grande bandeira da marca.
O que este Blackwidow tenta oferecer é... tudo. Ser um teclado completo e poderoso. Vamos lá descascar isto. Saída audio jack e entrada usb estão presentes, mas também se nota que apesar de ter media keys, não tem macros, algo que para alguns jogadores é importante, para outros nem tanto. É verdade que a maioria das pessoas não usa macros, mas quem usa, deverá procurar outro teclado ou então programar as teclas function. O efeito final será o mesmo, definido para cada aplicação, com grande liberdade. Passando esta "falha", tenho mesmo de salientar o conforto excelente que este teclado oferece para os pulsos. Horas e horas a jogar ou teclar e o conforto é enorme, e se o conforto tem sido um dos grandes trunfos da Razer com os seus auscultadores, aqui atinge os mesmo padrões de qualidade.
Como é normal na Razer, é possível prender o cabo de alimentação, para qualquer uma das direções. Em relação às teclas, os switchs fazem um pouco menos de barulho, e se retirarem a tecla, vão perceber que os switchs são agora mais largos, o que lhes dá um aspeto mais robusto e duradouro. A Razer sempre teve materiais capazes de durar muito tempo, e este parece ir na mesma linha. Em termos de performance, o teclado responde muito bem, rápido, suave e com as teclas a não terem de descer muito para ativarem, nem de voltarem a subir para novamente as clicarmos. É tudo feito para maior performance e para levar os gamers a um novo nível de eficiência. Não notei grandes diferenças para outros teclados de topo, mas facilmente se percebe que existe uma diferença este este e outros teclados que custem metade do preço.
A qualidade de som que sai do teclado é fantástica, e aqui a Razer bate a concorrência. A seguir vem as luzes e este é o teclado mais bonito da Razer neste aspeto. As luzes vibram e iluminam o nosso setup como queremos. A liberdade é brutal. O software permite controlar a intensidade e as cores. Podem escolher só uma cor, o pulsar de um coração, ondas, e muito mais. Podem também ter uma iluminação para diferente para cada jogo ou aplicação, e o próprio teclado traz muitas pre defnições para jogos. Por exemplo, para cada personagem do Overwatch, o teclado já vem preparado para ter uma cor diferente. No entanto, o efeito de explosão é para mim o melhor de todos, em que existe uma explosão que se propaga pelo teclado tendo como origem cada tecla que nós clicamos. É uma explosão de cor.
O software permite criarem os vossos próprios efeitos de luzes e cores, mas a complexidade é tão grande que a maioria irá desistir de fazer algo realmente complexo.
Outro aspeto favorável, e que era exigido, é a qualidade de todos os materiais. Este é um teclado sólido, bem montagem, consistente. É fácil perceber que estamos perante algo bom e que irá durar.
O Razer Blackwidow Elite tenta ser o melhor teclado da Razer e consegue. Se é o melhor teclado que há, isso já é mais difícil de dizer, mas se não é, está lá perto. E porquê? Porque tem quase tudo, e o que tem, tem grande qualidade. A Logitech e a Corsair também têm muito bons produtos a este preço e portanto a escolha não é fácil, mas uma coisa é óbvia, este Elite apenas tem como pontos fracos aquilo que não tem, por exemplo teclas macros, mas tudo o que tem, é de topo. Ligação USB, audio jack, teclas de sonho, grande iluminação, bons materiais, e grande liberdade de customização. É um produto de topo, que aumenta a performance de um jogador e que torna o setup muito mais bonito.
O Razer Deathadder foi nos últimos anos, provavelmente, o rato mais usado pelos profissionais dos videojogos. Os grandes jogadores de Esports tiveram nesta gama da Razer o grande trunfo para vitórias épicas e com a chegada da versão Elite, a Razer continua em grande. Apesar de já ter sido lançado há algum tempo, e sempre com notas muitos altas, achei que valia a pena falar sobre aquele que é considerado por muitos como o melhor rato que existe.
Em termos de design, a versão elite continua simples, tal como se esperava. Ao contrário das tendências de tornar cada rato mais futurista, cheio de botões e designs agressivos, o Deathadder sempre foi um rato simples, confortável, que desliza muito bem e leve, mesmo tendo em conta que é um rato grande. Ainda dentro do design, o Razer Deathadder é um rato feito para todos os adultos, em teoria. O seu estilo não nos obriga a ter um certo tamanho de mão, e como tal, não é o rato que mais se irá adaptar a qualquer mão, mas é talvez um dos rato mais abrangentes que há, sendo confortável para qualquer jogador. Tendo dois botões para o polegar direito, não é um rato para canhotos que queiram aproveitar tudo o que tem para oferecer, mas em tudo o resto é um produto que tenta agradar a todos ao ser simples. claro que a mão de uma criança terá dificuldades com um rato deste tamanho.
O cabo tem mais de 2m e bastante resistente, tal como todos os materiais, mas mesmo muito flexível, o que é de espantar. De cada lado temos uma parte que nos agarra os dedos e quem transpirar bastante tem aqui alguma ajuda. Todos os botões são bastante rápidos, nos sítios certos e a sensação é boa. A Razer indica que os botões principais aguentam 50 milhões de cliques, algo que eu não irei testar, mas nota-se facilmente a durabilidade dos materiais.
Em termos de performance, este é um rato perfeito. O sensor não falha, a precisão é brutal e é graças a isto que este rato tem sido tão usado por profissionais e aplaudido por críticos. Para um bom ajuste às vossas preferências, instalar o Razer Synapse é essencial, pois será aí que irão controlar todos os aspetos do sensor do rato, a sua sensibilidade, as macros nas teclas laterais ou até as cores e intensidade da luz. E por falar em luz, o aspeto final é excelente! O Synapse é ainda um software pesado, mas a liberdade que nos dá é enorme, principalmente se quisermos definir teclas e sensibilidades diferentes consoante a aplicação/jogo que estamos a usar.
Com os botões centrais a serem usados para controlar a sensibilidade do rato quanto estão a jogar, gostava que o rato tivesse algum tipo de indicador dos DPIs que estou a escolher. Infelizmente não tem. A isso junta-se o facto de ter poucos botões laterais, o que para alguns jogadores poderá ser uma falha se quiserem mais macros.
Este Razer Deathadder Elite custa 60 euros, o que o coloca num grupo de preço onde existe boa concorrência. Este talvez não seja o rato que melhor se irá adaptar à vossa mão, poderá ter botões a menos ou simplesmente não ter o design agressivos que procuram para o vosso setup, e a verdade é que quando olhamos para ele, parece um rato simples e quase mediano, mas não é. é um rato de topo, que tem arrecadado as melhores notas pela crítica e usado pelos grandes profissionais que procuram boa performance sem necessitarem de mais 10 botões. Um excelente rato gaming!
A Razer sempre apostou bastante na qualidade de som e os auscultadores Kraken são um dos seus mais famosos produtos. Agora chegam os novos Kraken Tournement Edition e eu decidi testá-los para perceber se são mesmo um produto profissional.
Em termos visuais, pouco mudou em relação aos anteriores Kraken V2. A verdade é que os Kraken continuam a ser enormes, num estilo que parece o penteado da princesa Leia. Assim que os agarramos percebemos que são bastante leves. Toda a estrutura à volta é forte e pouco maleável e toda a esponja que envolve as orelhas é enorme, mas a sensação de conforto é muito grande. A Razer sempre fez auscultadores confortáveis, o que para mim é um ponto muito importante, porque uma pessoa passa muitas horas seguidas a jogar e há duas coisas que não quer: que os auscultadores sejam desconfortáveis ou que aqueçam muito. Com estes Razer o conforto está garantido e a verdade é que não senti qualquer tipo de calor. Aliás, estes Razer TE trazem na esponja um gel refrescante que faz mesmo efeito durante a primeira meia hora. Após esse tempo, mais ou menos, a temperatura vai para os níveis normais de qualquer outro auscultador. Com isto vem um truque interessante, que é retirarem as esponjas, colocarem no frigorífico uns minutos e é uma sensação bem refrescante.
Estes Kraken vêm com dois cabos, um é o jack normal para usarem onde quiserem, o outro é um cabo usb com uma placa de som para ligarem ao vosso computador e aproveitarem muito do software da Razer, principalmente para melhor noção da localização do som, mas também para noise canceling, que apesar de não ser fantástico, consegue ser bastante bom para este preço. Toda esta caixa, acabará por estar quase sempre em cima da vossa secretária ou no chão. Se quiserem, até a podem colar se o vosso local de jogo for sempre o mesmo.
Enquanto jogamos vamos percebendo como o som é bom. Graças à tecnologia THX Spatial Audio, tudo é bastante limpo e os bass são equilibrados. Na caixa podem controlar o bass como preferirem e depois é só encontrar o ponto de equilíbrio. É verdade que estes Kraken comportam-se muito melhor para gaming do que para música, onde as várias frequências misturadas não oferecem um som tão limpo, mas em gaming é muito bom. A minha sugestão é que desliguem o THX para música, e fica muito melhor! Claro que comparado com outros auscultadores dentro deste preço, a qualidade do som está entre os melhores. O trunfo é mesmo o THX Spatial audio, que podemos ligar ou desligar, e que nos jogos é fantástico. Quer seja um jogo de guerra ou de condução, por exemplo, o som é realista, rápido, envolvente e cheio de potência. Apesar de este software simular bastante bem um ambiente 7.1 tendo em conta este preço, numa PS4 será apenas 2.0
Em termos de software, o Razer Synapse continua a ser um programa pesado mas com muitas opções. O facto de podermos definir as configurações dos auscultadores dependendo se estamos a jogar ou a ouvir música ou a ver um filme é muito agradável.
Por fim, tal como é costume na Razer, o microfone funciona bastante bem, conseguindo até isolar algum do barulho que está à nossa volta para termos uma experiência de jogo melhor com os outros jogadores a ouvirem-nos bem.
Se querem bom som, estes auscultadores são uma das melhores hipóteses para este preço. Se procuram algo um pouco melhor e o dinheiro ainda dá, então dentro da Razer podem experimentar os Thresher 7.1 ou os Man O'war. Mas uma coisa é certa, por este preço, dificilmente arranjam algo com esta qualidade de som e o conforto que os novos Kraken TE conseguem oferecer.
A Razer voltou a inovar, agora com o Hyperflux, um rato que funciona sem fios, sem bateria, sem ter de ser carregado. Curiosos?
Comecemos por explicar o que nos traz este pack. O novo Mamba Hyperflux é o rato mais leve do mundo. Claro que esta afirmação poderá parecer insignificante e realmente é, mas só até ao momento em que agarramos no rato e sentimos a diferença. É mesmo muito leve, e porquê? Porque não tem bateria. Juntamente com o rato temos um tapete de rato que ligamos por USB ao nosso computador, e é o tapete que transmite energia ao nosso rato que tem um pequeno recetor. Este conceito pode parecer ficção científica mas a verdade é que funciona, e bastante bem, mas tem um pequeno problema. Vamos por partes...
Olhando para o Mamba, percebemos que estamos perante um rato feito para ser simples, sem grandes efeitos de luz, sem demasiados botões e mesmo muito leve. Sim, são só umas dezenas de gramas a menos em relação ao normal, mas em termos de percentagem a diferença é enorme! Com um tapete de rato que se pode usar de qualquer um dos lados e que tenta tirar o melhor partido do rato, podemos escolher entre o lado que cria mais atrito para uma precisão perfeita, ou um mais suave para movimentos mais rápidos. Somos nós que escolhemos, mas em qualquer um deles o rato é bastante preciso.
A seguir chegamos então à parte importante e que o distingue de todos os outros, a forma como recebe energia. Por um lado, estamos perante algo realmente interessante que é ter um rato que não precisa de ser carregado, basta estar em cima do tapete. Para além disso, o rato não falha em nenhum momento, algo que me deixou surpreso, e quando o retiramos do tapete funciona durante mais 3 ou 4 segundos. E é com isto que chegamos ao único "problema" que devemos assinalar, o de estarmos perante um rato que apenas funciona em cima deste tapete. Se quiserem usá-lo noutro local, terão de ligá-lo por USB. Não que isso seja um problema na maioria dos casos, mas perde o factor "wireless" que é cada vez mais apreciado entre os gamers.
Para além disso, o tapete é agradável, com um tamanho dentro da normalidade e com as já habituais luzes da Razer a dar um pequeno ambiente à nossa secretária.
Não sendo um produto barato, até porque a tecnologia é recente, o resultado final é um rato muito agradável de se usar, leve, rápido, preciso, mas que tem de ser usado neste tapete se quiserem usá-lo sem fios. A tecnologia de transmissão de energia é inovadora nestes produtos e espantou-me por não falhar. Não senti qualquer atraso no sinal nem quebra do mesmo. Contudo, tal como disse, apenas poderemos aproveitar tudo o que este rato tem para dar se o usarmos em cima do tapete. Se tal for um problema, pensem duas vezes, mas se não for, então é uma escolha desejável. Claro que ainda há a questão do preço, mas a qualidade e a inovação nunca foram baratas.
A Razer sempre foi uma marca de excelência
e, por vezes, cara devido à qualidade. Mas agora apresentam as colunas
Nommo, que com uma excelente relação qualidade/preço poderão ser a
escolha ideal para muitos gamers.
Sempre gostei da Razer
enquanto marca de som. Os seus auscultadores e colunas são muito bons,
tanto na qualidade do som como no conforto (no caso dos auscultadores).
No entanto, cada vez mais os produtos gaming são produtos de topo, com
specs que aumentam o preço dos produtos, mas os gamers exigem o melhor e
a Razer sempre o ofereceu.
Agora chega ao mercado as
colunas Razer Nommo Chroma, duas colunas esteticamente diferentes,
arredondadas e com leds Chroma por baixo da base para oferecer mais cor
ao nosso setup. Começando pela parte estética, estas colunas diferem um
pouco das linhas mais retas que invadiram o mercado nos últimos tempos.
No entanto, a nossa atenção vai para as luzes LED Chroma na base, que
poderemos configurar facilmente no nosso PC para termos as cores ou
efeitos que quisermos, podendo mesmo ter diferentes efeitos para cada
jogo que estivermos a jogar.
Em termos de materiais a Razer
apresenta duas colunas que não são muito grandes para o som que
oferecem. Leves e práticas, podem ser ligadas por USB ou jack 3.5mm e
até podem ser ligadas pelas duas formas ao mesmo tempo, sendo
reproduzido o som dos dois inputs. É pena não terem bluetooth mas em
tudo o resto não existem falhas comprometedores. Para quem quiser algo
mais, existe a versão Pro destas colunas, com dois tweekers adicionais e
um subwoofer. Até que ponto a diferença de preço valerá a pena, não
saberei dizer até os testar.
Vamos agora para a parte
sonora. Sinceramente fiquei surpreendido pela qualidade sonora tendo em
conta o preço destas colunas. Poderão encontrar estas colunas a um média
de 120 ou 130 euros, o que é abaixo do preço praticado por outras
grandes marcas para um conjunto de duas colunas com esta qualidade.
O
som é forte e limpo, apenas com algumas falhas nos agudos ou graves
extremos e que raramente encontramos num filme, música ou jogo. Se
definirem o bass para o máximo, poderão sentir uma ligeira perturbação
nos médios, mas apenas se levarem as colunas ao máximo, algo que
claramente não fará sentido se as tiverem na secretária onde estarão a
jogar. Devido ao seu preço, não as podemos comparar a colunas topo de
gama. Eu uso diaramente a Razer Leviathan para testar videojogos e
claramente que a qualidade é diferente, mas também é verdade que a Nommo
custa metade do preço.
Posto isto, é impossível não
recomendar estas colunas a quem queria ter um bom som a um preço abaixo
da média. A qualidade preço deve mesmo ser assinalada aqui. É um produto
com ligeiras falhas mas não encontrarão melhor a este preço.
Principalmente para jogar ou ver filmes, estas colunas são muito boas
para terem no vosso computador ou televisor. Experimentem com alguns
jogos de carros ou ação, e perceberão que fizeram uma boa compra por
este preço, e muitas vezes é esse o primeiro fator de decisão numa
compra. Recomendado!
A Razer continua a tentar melhorar a sua gama de headphones e o seu Thresher tenta ser o novo Rei. Será que consegue? Sim, consegue!
Como muitos de vocês já devem saber, sou um grande fã dos produtos da Razer que estejam ligados ao som, quer em colunas de som, quer em headphones. A Razer é uma das marcas que mais aposta em conforto e qualidade ao mesmo tempo e, apesar de o preço não ser para todos, aqui é justificada pela qualidade. Mas vamos lá ao que interessa.
Este Razer Thresher que testei são a versão para PS4, sendo também possível ligar a qualquer PC. Em termos de design não foge ao que já conhecemos da marca, sendo que estes headphones apresentam um formato grande e redondo para se adaptarem a qualquer formato de orelha.
A seguir volta-se a notar, rapidamente, que o conforto está garantido. Ao fim de várias horas a jogar com estes phones, o conforto continua presente, sendo, talvez, os melhores phones da Razer neste aspeto. Confortáveis, leves e permanecendo estáveis sem criarem muita pressão nas orelhas.
A seguir entra o mais importante: a qualidade sonora, e aqui os Razer Thresher são o Rei! Com uma simulação de um ambiente 7.1 de topo e sem qualquer tipo de lag em wireless, a Razer criou aqui uma fantástica experiência 7.1 neste headphones. Sim, não consegue ser o mesmo que ter um conjunto de colunas à nossa volta, mas está bastante perto, mesmo. Com agudos e graves a funcionarem de forma poderosa e limpa, sem se sobreporem, é fantástica a qualidade sonora ao ponto de vos dizer que em termos de som, estes são, muito provavelmente, os melhores headphones que já experimentei.
A isto junta-se uma bateria que se aguentou mais de 14 horas de jogo, um Setup bastante intuitivo e um microfone de elevada qualidade que levará a nossa voz de forma bastante limpa a quem estiver a ouvir-nos.
Mas claro que existem falhas, e neste caso existem duas que devo apontar. Em primeiro lugar, não existe jack 3.5mm nem Bluetooth. Aqui teremos de usar USB. Para a grande maioria das pessoas não será um problema, até porque estes são phones focados na PS4 e PC, mas seria interessante ter um grupo mais alargado de possibilidades. Para além disso, falta a monitorização do micro, não sendo possível ouvir a nossa voz. Uma vez mais é uma falha que a algumas pessoas fará diferença, a outras não.
É difícil não ficarmos abismados com a qualidade sonora do Razer Thresher 7.1 para PS4. O ambiente criado eleva os jogos para um novo patamar. A bateria é muito bom, o alcance wireless também e quer para jogar, quer para ouvir música, poucos headphones, mesmo muito poucos, atingem esta qualidade. Claro que a qualidade paga-se e aqui estamos perante um produto que não é para qualquer carteira. Mas se estiverem dispostos a pagar mais por boa qualidade, então olhem para este novo Rei do setor.
Ter um som envolvente é cada vez mais necessário para um gamer que queira uma boa experiência. Os Astro A10 tentam oferecer uma boa relação de qualidade/preço. Será que conseguem?
São muitas as vezes em que olharmos para o preço de algo, achamos que sabemos qual é a sua qualidade. Astro A10 não é um desses casos. Apesar do seu preço bastante mais baixo do que outros auscultadores gaming de grande performance, o A10 surpreende largamente ao apresentar uma excelente qualidade de som nos auscultadores e no microfone.
Comecemos pelo conforto. Sim, o A10 é confortável, mas a verdade é que poderia ser melhor. Ajusta-se bem à fisionomia de cada um, mas ao fim de muitas horas a analisar jogos, o conforto começa a falhar. No entanto, algo se torna claro: nenhuns auscultadores a este preço atingem este conforto. é preciso gastar quase o dobro para ter mais do que o A10 nos oferece.
No entanto, a surpresa está na qualidade. O microfone funciona bastante bem, anulando ruído e transmitindo um som limpo e claro, o que surpreende. A seguir vem a maior surpresa. O Astro A10 é mesmo muito bom para o seu preço. Tantos nos agudos como nos graves, o A10 surpreendeu-me, sempre com um som claro, limpo e com uma potência ao nível dos melhores auscultadores do mercado. Tal qualidade nota-se, principalmente, nos graves, que em alguns jogos ajudam à criação de um ambiente mesmo muito bom.
Em termos de design, se procuram algo extravagante, não será aqui que o vão encontrar. O Astro A10 é simples, quase demasiado reto, sem o design ou as luzes que muitos produtos gaming agora usam, mas se esta questão não for importante, então o A10 tem o que precisam. Capaz de isolar bem o som exterior, apesar de por vezes se tornarem demasiado quentes nas nossas orelhas, o A10 surpreendeu-me a cada minuto que o testei. Esperava algo bom, mas que acabaria por ficar abaixo de outros produtos, simplesmente porque era o que o seu preço indicava. Obviamente que não é um produto perfeito e não consegue alcançar a qualidade de outros auscultadores que custam o dobro. Mas uma coisa é certa, dentro da sua gama de preço não existe, nem de perto nem de longe, uns auscultadores que sejam tão bons. Totalmente recomendados.
Se estiveram atentos às minhas análises, de certeza que já viram a lista de hardware que utilizo para as análises aos jogos e que faço questão de mostrar sempre. Nessa lista a marca mais usada é a Razer, para mim uma marca de excelência. É verdade que muitos dos seus produtos são caros, mas também é verdade que pouca marcas igualam a Razer em termos de qualidade.
Hoje trago-vos uma análise aos Razer Kraken Pro V2, um produto que poderão adquirir por volta dos 80 a 100 euros e que se destina a jogadores que queiram qualidade e conforto. No meu caso, ao fazer análises de videojgos durante muitas horas por semana, os dois fatores são realmente importantes. Por um lado o conforto do produto tem de me permitir jogar horas e horas seguidas sem ficar com dores nas orelhas. Por outro lado a qualidade tem de ser de topo, até porque preciso sempre de analisar a qualidade sonoro do próprio jogo.
Estes Kraken chegam às lojas nas já três habituais cores da Razer, representadas na imagem, e mal os retiramos da caixa notamos na qualidade do material. tal como a Razer nos habituou nos seus melhores produtos, estes Kraken são sólidos e bem construídos, apesar de numa primeira fase a ligação entre auscultadores e restante estrutura parecer algo frágil. Depois de bastante uso e muito forçar, fiquei a perceber que não era verdade. Este produto é resistente.
Tal como noutros auscultadores da Razer, também estes vêm com um microfone que se puxa de dentro dos auscultadores. Sempre gostei deste design, principalmente porque na maioria do tempo que estou a jogar, não o uso, e por isso ser retraído para dentro dos auscultadores é algo que me agrada. Aqui está, talvez, o maior defeito do V2, por nem sempre é muito fácil voltar a esconder o microfone. No entanto, é uma questão de hábito, e que não é importante o suficiente para retirar qualidade ao produto.
Voltando ao conforto, ao fim de várias horas seguidas a jogar, o conforto ainda se sente. Para algumas pessoas pode existir uma sensação de aquecimento, mas que desaparece ao fim de alguns segundos sem os mesmos, e mesmo com óculos, não se sente o desconforto.
Agora a parte mais importante: a qualidade sonora. Aqui a Razer volta a não falhar, principalmente em dois fatores: na qualidade do microfone e nos sons graves dos auscultadores. Tal como já tinha analisado noutros produtos de topo da Razer, o microfone produz um som limpo e capaz de isolar muito dos ruídos parasitas que possamos ter à nossa volta. Quem vos estiver a ouvir, irá ouvir com grande clareza.
Depois há a qualidade dos auscultadores, que conseguem estar no topo da relação qualidade preço. qualquer que seja o tipo de som, ou o volume a que estão a ouvir, o Kraken Pro V2 comportam-se muito bem, principalmente com graves de grande qualidade e que ajudam a crair um grande ambiente em qualquer jogo ou filme.
Nos últimos anos a Razer afirmou-se como uma marca na qual podemos confiar. Numa primeira fase os seus produtos até podiam ser considerados caros, devido a uma grande qualidade, mas aos poucos a marca conseguiu estabelecer novos padrões, conseguindo boas relações de qualidade preço. Se procuram uns auscultadores dentro deste preço, os Kraken Pro V2 estão entre as melhores escolhas. Sem dúvida!